5 Previsões para o Futuro da Fotografia

Seis anos depois de termos visto os smartphones revolucionarem a maneira como tiramos, consumimos e comunicamos por fotografias, estamos apenas a começar a entender as consequências (e oportunidades) que as novas tecnologias trazem à fotografia. A realidade virtual, as imagens computacionais, a deep data, dispositivos com múltiplos sensores, o reconhecimento de imagens, os novos formatos de imagem e estética estão a chegar para redefinir a fotografia. Aqui estão as minhas “cinco visões” para o futuro da fotografia:

  1. A realidade virtual (VR) será Rei

VR era grande em 2016, mas será ainda maior este ano. Quando perguntado sobre suas previsões para este ano. Podemos prepararmo-nos para esta tecnologia estar presente em todo o lado, desde filmes, a jogos, publicidade… TUDO!

 

  1. A fotografia não ficará parada

No ano passado, vimos o aparecimento das tecnologias de fotografias em movimento como a Apple Live Photos, o Boomerang do Instagram e o aplicativo gif da VSCO, Há quem diga que “a fotografia quer libertar-se das suas restrições”. Já começou e será ainda mais este ano. Prepare-se para ver as suas fotos não só a moverem-se, mas também a ter som, serem totalmente imersivas, e serão ainda interativas, fornecerão feedbacks, classificar-se e automaticamente linkarem para outras do mesmo tipo.

 

  1. Descobrir histórias poderosas será mais importante do que nunca

Hoje são tiradas mais fotos do que nunca, e começa a ser cada vez mais difícil classificar e encontrar material verdadeiramente bom. Mais fotos são tiradas hoje do que nunca, e está ficando cada vez mais difícil classificar através do barulho para encontrar o material verdadeiramente bom.

É muito importante descobrir e explorar novas formas de expor as fotografias às pessoas que querem ver e encontrar as histórias que as pessoas querem contar. Como vamos encontrar a fotografia mais bonita no meio de 2 trilhões de outras fotografias? E como determinamos quais são realmente as mais bonitas? O futuro da fotografia não é apenas sobre as ferramentas que usamos para criá-lo, é também o aceeso a essas fotos e, em seguida, usá-las para comunicar com o mundo.

 

  1. As fotografias “stock” ficam reais

A ideia de “fotografia real”, significa imagens de momentos autênticos, em vez de fotografia encenadas e trabalhadas para as campanhas publicitárias e comunicativas que vemos diariamente.

As redes sociais vieram também consciencializar as pessoas para a qualidade fotográfica. Por isso mesmo as “stock photos” começam a perder cada vez mais relevância, já que as pessoas procuram cada vez mais autenticidade e histórias que comovem. O Instagram por exemplo, pode quebrar as barreiras culturais se a pessoa “seguirem alguém de fora da sua bolha”, o que leva a uma maior consciencialização da diversidade, tornando-nos assim mais “clínicos” para descobrir quando há um exagero ou falsidade em certas imagens.

 

  1. O Reconhecimento de Imagem tornará as Fotos

Ora, e para mim este é o fim do funil desta previsão sobre o que vai ser a fotografia no futuro. Com a quantidade de fotografias que tiramos, é necessário classifica-las, interpretar os seus dados e perceber o que é realmente relevante para quem está a fazer determinada pesquisa.

Com a  tecnologia EyeEm Vision, introduzimos uma tecnologia de palavras-chave automática que detecta o que está nas fotografias e mede o valor estético do mesmo. Além disso, também é e será possível analisar cada imagem no seu rolo de câmera e classifica-la ou pesquisá-la com base nos objetos, pessoas, cores e conceitos que ele retrata.

Isso é apenas o começo do que o reconhecimento de imagens pode fazer por nós. O objetivo final é que uma vez desenvolvidos os algoritmos, não só podem detectar o que uma imagem mostramas também podem dizer o que significa e representa aquela imagem enquanto mede a sua estética (ou seja, que imagens são mais bonitas e atraentes e que emoções  e sentimentos desencadeiam). As máquinas estão realmente a aprender  “ver” uma imagem e não apenas que lá estão presentes, mas também o seu significado e a beleza dentro da mesma.

 

Medium – Uma nova forma de media na Web

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Boas pessoal

 

Como sabem, tenho andado a frequentar um curso de Marketing Digital para complementar a minha licenciatura (que, diga-se de passagem, foi muito fraquinha nesse ponto). Tenho adorado o curso e aprendido coisas incríveis. Uma das mil plataformas que me deram a conhecer foi o Medium. Já tinham ouvido falar? Os meus amigos já conheciam – senti-me um pouco ignorante, confesso. Mas enfim, para as pessoas que não conhecem deixo-vos aqui alguns dos pontos que me fascinaram. Começo por explicar em que consiste esta plataforma

 

Então, o medium é uma plataforma online criada pelo fundador do Twitter, Evan Williams e foi lançada em 2012. Esta plataforma transparece exactamente o que Castells definiu como sociedade em rede – uma sociedade onde tudo é partilhado e qualquer pessoa se pode tornar num jornalista. O que significa isto? Se pensarem bem, hoje em dia, com a evolução e aparecimento de redes sociais, qualquer indivíduo pode expressar as suas opiniões e partilhá-las com o resto do mundo. E aqui também é importante referir o conceito de “Aldeia Global”, desenvolvida por Marshall McLuhan, que assenta na ideia de um mundo em que todos estariam, de certa forma, interligados. Bem, mas vocês não estão aqui para levar com a minha tese em cima x) por isso, vou voltar ao cerne da questão: o medium.
O Medium  funciona como um “open-blog”, ou seja basta o utilizador criar uma conta para que possa começar a publicar os seus artigos no site. A principal vantagem, é o facto de aglomerar uma imensidão de artigos no mesmo sítio, sendo por isso, muito mais fácil segmentar os mesmos consoante os nossos interesses. Por isso, independentemente dos temas que vos interessam: tecnologia, jogos, marketing, medicina, beleza, moda, natureza, animais, séries, cinema, desporto etc etc, vocês encontram sempre artigos relevantes e que vos interessem.
O Medium também tem suas próprias publicações, incluindo a revista de música online Cuepoint, editada por Jonathan Shecter, a NewCo Shift, liderado pelo empresário, autor e jornalista John Battelle,ou a publicação de tecnologia, Backchannel, editada por Steven Levy.

 

Como sabem sou um apaixonado pela internet e pela tecnologia, e as últimas notícias sobre esta plataforma deixaram-me meio “atarantado”.

Ora, no outro dia andava a navegar pelo facebook quando me deparei com uma notícia que despertou a minha atenção. Na shifter (um dos meus sites de notícias de referência, que aborda os mais variados temas, desde a cultura à tecnologia) era noticiado que o site MEDIUM vai despedir cerca de 50 pessoas e ainda vai procurar um novo modelo de negócio.

Provavelmente para vocês, caros leitores, esta notícia até pode nem ter grande significado, mas a mim deixou-me de certo modo triste e nostálgico. Porquê?! Não, não foi pelos 50 trabalhadores despedidos (desculpem a minha frieza, mas vocês já me conhecem – sinceridade acima de tudo) mas sim pelo facto de um projecto tão ambicioso como este site não estar a ter o devido valor e estar a perder a credibilidade que criou nos últimos anos.

Não perceberam?! Passo então a explicar: quando surgiu em 2012, este site veio com o intuito de criar uma plataforma que definisse um novo modelo para os media na internet. A plataforma tem sido um sucesso, e só no último ano, esta plataforma cresceu 300%. No entanto há um problema – não está a conseguir fazer dinheiro.

 

Este factor deve-se essencialmente ao facto de a grande maioria dos artigos que todos consumimos diariamente são pagos (directa ou indirectamente) por corporações que estão a financiá-los para cumprir os seus objectivos. Isto traz à mesa questões e algumas problemáticas como o clickbait e as notícias falsas.

 

Este novo modelo de negócio que eles pretendem implementar destina-se a escritores e criadores, para que estes possam ser valorizados e renumerados, baseado no valor do que estão a criar para as pessoas. Assim, o site dará muito mais importância ao conteúdo e estará assente num dos mais importantes pilares da internet – a partilha!

 

Esta recompensa aos autores e criadores de conteúdo pretende ser mais do que entretenimento, pois como o fundador da plataforma diz, o objectivo passa por valorizar “capacidade de esclarecer e informar, e não simplesmente pela sua capacidade de atrair alguns segundos de atenção”.

 

Bem, isto foi um relato sobre a minha experiência no medium. Vocês têm alguma? Partilhem comigo nos cometários!

 

Fiquem Bem!

Criar Sites – Que materiais e ferramentas devo utilizar?

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Hoje em dia todas as empresas, negócios ou ramos necessitam de criar sites. É uma realidade impossível de escapar: a construção de sites é, para muitas pequenas empresas, um mal necessário para rapidamente se verem livres da concorrência e estarem um passo à frente dos seus principais competidores em termos de propaganda, marketing e vendas.

No entanto, para a grande maioria das pequenas empresas bem estabelecidas no mercado, muitas delas familiares, criar sites pode ser um verdadeiro pesadelo. Principalmente nas zonas mais rurais, onde os novos meios de comunicação ainda não estão totalmente difusos por todas as faixas etárias, a construção de sites fica normalmente encarregue a um web developer, que acaba por resolver o problema com maior ou menor grau de eficácia. Se possuir algum tempo e vontade de aprender, a construção de sites nunca foi tão fácil como hoje. Existem uma miríade de plataformas online fáceis de trabalhar e intuitivas de aprender como WordPress, Joomla, entre outros, que facilitam imenso a tarefa de criar sites. Para cada uma delas, uma extensa comunidade de seguidores cria funcionalidades extra, acrescenta detalhes ao suporte base e permite uma forte experiência visual para o cliente e visitante do website. Procure no Youtube por vídeos de tutoriais de como trabalhar nestas ferramentas de construção de sites, e pode mesmo vir a ser o tal “letrado” e ganhar alguns trocos com os seus serviços.

Criar sites nunca foi tão fácil. Não deixe que o seu negócio fique para trás e seja engolido por um mar de competidores e concorrência que não lhe irão dar tréguas. Caso seja apenas um amante da Internet e pretenda um espaço para divulgar os seus pensamentos, trabalhos, etc., pode também optar por criar sites ou blogues, dependendo do cariz da mensagem que tem para mostrar ao Mundo. A escolha é sua! Inicie hoje mesmo a construção dos sites que necessita para o seu dia-a-dia!

Como Criar um Site

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A pergunta que muitas vezes se coloca, quer para amadores quer para profissionais, é Como Criar um Site? Não que haja uma maneira 100% certa e infalível para a criação de sites, dado que, nesta área, cada caso é mesmo um caso; mas existem algumas técnicas a utilizar e boas práticas que devemos tomar, bem como uma ou outra ferramenta de suporte à criação de sites que podemos utilizar.

O tempo do HTML puro e duro já passou. A maneira de como criar um site nos dias de hoje está certamente mais facilitada para aqueles utilizadores que têm um conhecimento rudimentar de HTML mas que ainda assim pretender construir a sua página web. Existem portanto diversas plataformas integradas (e sem custos associados!) que permitem agilizar e melhorar o processo de criação de sites. Uma das quais, provavelmente a mais famosa, é o WordPress. Com um número infindável de plug-ins, gadgets, funcionalidades, grande interactividade com o utilizador e um resultado final muito bom, é provavelmente a plataforma mais utilizada, a um nível básico – intermédio para a criação de sites. No site desta poderosa ferramenta (que “domina” 24% de todos os websites do mundo!) poderá encontrar mais informações.

Tal como referimos no primeiro parágrafo, não existe uma maneira 100% certa de como criar um site. Existe sim um conjunto de boas práticas a seguir que passam por incluir poucos blocos de texto, utilizar imagens informativas e descritivas, a fim de cortar os blocos de texto que possam eventualmente surgir, criar uma página dinâmica e interactiva com bastantes hyperlinks e com linguagem acessível. Não se esqueça, durante a criação de sites, que um site não é um blog, e que portanto deve ser algo como uma montra da sua empresa ou negócio – que é apelativa e cativante – e não um catálogo descritivo de todos os seus serviços e produtos, longo, extenso e entediante. Como Criar um Site? Você saberá melhor que ninguém, nem vai precisar de um designer para o ajudar com este projecto!

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